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O Pequeno Livro Negro da Corrupção

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  • Autor
  • Coleção
  • ISBN 9789895640218
  • PVP 15.98 € (IVA incluído)
  • preço fixo até
  • 1ª Edição setembro 2020
  • Edição atual 3
  • Páginas 192
  • Apresentação Capa dura
  • Dimensões 140x208x18 mm
  • Disponibilidade
    Disponível
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O fenómeno intrusivo que mina a democracia portuguesa 

A corrupção mata a esperança no futuro de Portugal. O fenómeno ganhou raízes e é, infelizmente, uma das marcas distintivas do regime democrático português. Bastará estar atento às notícias para constatar que a corrupção contaminou muitas áreas da nossa sociedade, do futebol à cultura, passando pela justiça e pela política.

Casos e Protagonistas de A a Z 

Com este livro, Paulo de Morais apresenta um registo, para memória futura, do flagelo da corrupção. Retratam-se casos e protagonistas, essencialmente na esfera da política, para que fiquem identificadas as causas do fenómeno e os seus principais responsáveis. Mas também se evidencia o esforço de jornalistas e ativistas que combatem a corrupção de diversas formas, bem como das organizações em que se agregam. 

O autor é um ativista na denúncia dos mecanismos da corrupção em Portugal. Faz apresentações e conferências pelo país sobre o tema e foi membro do núcleo fundador da Associação Cívica Transparência e Integridade, capítulo nacional da organização não-governamental Transparency Internacional, de que foi vice-presidente. 

Conhecer o fenómeno. 

Travar a corrupção. 

Somos todos precisos.

 

Paulo de Morais é professor universitário. Licenciado em Matemática, doutorou-se em Engenharia e Gestão Industrial pela Universidade do Porto. Foi vice-presidente da Câmara Municipal do Porto. Foi membro do núcleo fundador da Associação Cívica Transparência e Integridade, capítulo nacional da organização não-governamental Transparency Internacional, de que foi igualmente vice-presidente. 

É uma referência em Portugal no combate aos mecanismos de corrupção. No âmbito das denúncias que efetuou, esteve envolvido em nove processos judiciais, cuja decisão final lhe foi sempre favorável. Foi candidato à Presidência da República em 2016.